O amor pode ser explicado e visto através de diversas maneiras. As minhas experiências no decorrer da vida me ensinaram que o AMOR é o sentimento mais puro, doce e sincero que alguém sente por outra pessoa. Amamos de diferentes maneiras, intensidade, sentido, sem ter sentido, complicado, fácil, extrovertido, silencioso, enfim, o amor é sempre igual, independente da situação ou pessoa a qual amamos. Podemos amar um amigo e dele esperamos sinceridade, lealdade, companheirismo e momentos incríveis ao nosso lado. Amamos nossos pais por tudo que fazem por nós, pela maneira doce que nos tratam, pelos castigos que nos são impostos, pelos bons conselhos, e, principalmente, por sempre estarem ao nosso lado para qualquer situação. Amamos nossos namorados (as) por convivência, aprendizado, maturidade, ciúmes, dedicação, companheirismo, mudanças e por nos amarem sabendo quem realmente somos. O amor é ÚNICO, a situação é que pode ser mudada mediante nossas diversas atitudes.
O amor pode estar em uma canção, esporte, sorriso, abraço, choro, sensação, pensamento, descontrole, objeto, em coisas das quais jamais poderemos, um dia, entender. Mas será que as pessoas estão preparadas ou sabem distinguir o amor de um sentimento de apego? O que percebo diariamente é que o termo “eu te amo” e a forma como você passa a amar alguém, estão cada vez mais relacionados a interesses (de qualquer tipo). O amor é mais do que uma simples troca de sentimento, não é algo que se fala como quem, esporadicamente, diz: bom dia! O amor é força que não se sente, é razão que não existe, é sensação impensada, é ardor sem dor, é a mais simples e forte emoção de apenas sentir que aquela pessoa é tudo e ao mesmo tempo, não é nada em sua vida. O amor é a entrega diária, o aprendizado constante, a admiração recíproca, é o tempo sem tempo, é o destino entrelaçado com o da outra pessoa. Amar é lembrar-se de alguém mesmo quando não estamos pensando nela. A definição do amor não se descreve, se sente. Enquanto eu continuar a ver essa falta de sentido e incertezas em amar alguém, vou me resignar e apenas escrever em meu computador a minha rejeição perante esse termo que está se tornando cada vez mais banal pelas pessoas.
Vivemos em uma “era” aonde a maioria das pessoas buscam o sucesso não por paixão e sentido próprio para a sua vida. Elas buscam sim, ser sempre melhores que as outras, nem que pra isso tenham que tirá-las do seu caminho. Viver em uma sociedade cada vez mais sintetizada do “eu” nos faz esquecer o “nós”, que é tão importante quanto. Por isso me pergunto: o amor vive para o “nós”. Mas se isso é verdade, porque as pessoas sempre estão pensando no “eu” e conseguem dizer que amam alguém? Claro, seria hipocrisia da minha parte isentar meus erros e apenas falar, através de belas palavras, que o amor é a coisa mais importante em nossas vidas. Mas, tempos atrás um velho professor me disse que, independente do caminho que eu escolha para a minha vida, faça-o ou siga-o sempre por amor, por saber que aquilo que você faz, foi escolhido pelo simples fato de ser parte da sua pessoa.
Continuarei a observar e acreditar no amor sincero e verdadeiro sem julgamentos, aspectos físicos, cor, raça ou religião. Apenas no sentimento da sinceridade e do respeito ao próximo.
Raniery Maciel Vítor Medeiros (29/07/2011)
wwoooowwww!! Vizinho curti muito esse texto, sincero e no ponto!! Hehehehe. Apóio e apóio, bem dito!
ResponderExcluirBeijoos!